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terça-feira, 20 de maio de 2014

Arena da Amazônia

A Arena da Amazônia é um estádio de futebol no bairro Flores da cidade de Manaus, estado do Amazonas, mesmo local antes ocupado pelo Estádio Vivaldo Lima. Foi construído para ser utilizado como uma das 12 sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014 e foi inaugurado em 9 de março de 2014. O arquiteto autor de seu projeto é Ralf Amann do escritório alemão GMP. O novo estádio deverá ser poliesportivo, com cobertura retrátil e uma capacidade estimada em torno de 42.374 pessoas.


Com arquitetura inspirada na floresta amazônica que rodeia a cidade de Manaus, a Arena da Amazônia será um estádio totalmente novo, construído de acordo com premissas de sustentabilidade e localizado estrategicamente entre o Aeroporto Internacional de Manaus e o centro histórico da capital amazonense.
O estádio terá capacidade para 42.374 torcedores e contará com camarotes, elevadores, quatrocentas vagas para estacionamento subterrâneo, acessibilidade para portadores de necessidades especiais, restaurante, sistema de aproveitamento de água da chuva, estação de tratamento de esgoto e ventilação natural para redução do consumo de energia.
Localizado no cruzamento das avenidas Constantino Nery e Pedro Teixeira, no lugar antes ocupado pelo antigo Estádio Vivaldo Lima, a Arena da Amazônia ficará ao lado do Sambódromo de Manaus, do novo Centro de Convenções do Amazonas e da Arena Poliesportiva Amadeu Teixeira.

Com a meta de tornar a Arena Amazônia a primeira edificação do Amazonas a obter a certificação Leed (sigla em inglês para Liderança em Energia e Design Ambiental) concedida pelo Green Building Council para construções verdes, o projeto da Arena da Amazônia atendeu exigências ambientais desde a etapa de demolição, como o reaproveitamento de 95% dos materiais removidos e demolidos do antigo Estádio Vivaldo Lima.

O projeto do estádio prevê a construção de uma estrutura metálica similar à de um cesto de palha típico da região, que protegerá a parte externa das arquibancadas.
A água da chuva será armazenada para uso posterior nos banheiros ou para a irrigação do gramado. Já a luz solar, abundante nesta parte do país, deverá gerar energia limpa e renovável. Algumas paredes vegetais contribuirão para a redução dos gastos de energia e, sobretudo, para o controle da temperatura dentro do estádio.

A inauguração e a primeira partida ocorreram em 9 de março de 2014 entre as equipes do Nacional e Remo. O jogo foi válido pela Copa Verde 2014 e terminou em 2–2. O gol inaugural do novo estádio foi do zagueiro Max, do Remo, aos 32 minutos da etapa inicial. Público recorde foi de 40 mil torcedores, jogo entre Vasco x Resende, pela Copa do Brasil.



Fonte do texto: Wikipédia
Fonte das imagens: Internet

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Ponte Rio Negro


A Ponte Rio Negro é uma ponte estaiada da rodovia AM-070 (também chamada de Rodovia Manuel Urbano), que liga a cidade de Manaus ao município de Iranduba, no estado brasileiro do Amazonas. Foi inaugurada em 24 de outubro de 2011. É a única ponte que atravessa o trecho brasileiro do Rio Negro, sendo considerada como a maior ponte fluvial e estaiada do Brasil, com 3,6 quilômetros de extensão (3.595 metros).

A Ponte Rio Negro começou a ser construída em 2007. Foram usados aço e cimento em quantidade suficiente para erguer três estádios do Maracanã. Devido a acidez das águas do Rio Negro, adicionou-se pozolana (material silicioso anticorrosivo) ao concreto empregado nas estacas e no tabuleiro.

Em 24 de outubro de 2011, aniversário de 342 anos da capital do Amazonas, a mesma foi inaugurada, com 3.595 metros a um custo de R$ 1,099 bilhões, pela atual presidente do país, Dilma Roussef, que garantiu uma promessa feita antes à cidade: a extensão da Zona Franca de Manaus por mais 50 anos e a extensão dos benefícios para toda a região metropolitana, garantindo a extensão de incentivos além do Polo Industrial de Manaus, possibilitando um maior desenvolvimento e o início de uma conurbação entre quatro municípios vizinhos, com a criação de empregos e a preservação do meio ambiente.

A Ponte Rio Negro, a maior ponte estaiada de 400 metros (seção suspensa por cabos) do Brasil para o rio, é a segunda maior ponte fluvial no mundo, superada apenas pela ponte sobre o Rio Orinoco, na Venezuela. Sua largura total é de 20,70 metros no trecho convencional e 22,60 metros na parte estaiada. A via tem quatro faixas de tráfego, duas em cada sentido, além da faixa de passeio para pedestres nos dois lados. O mastro central apoia dois vãos de 200 metros para cada lado. A estrutura, em forma de diamante, é dividida em três partes: um cone de ponta-cabeça abaixo do tabuleiro, um cone acima do tabuleiro e o topo do mastro. O formato aerodinâmico foi adotado para diminuir o atrito com o vento.

Para o governo do Amazonas a ponte vai além da arquitetura monumental, levando o desenvolvimento para as regiões do rio Purus e Solimões, além dos municípios adjacentes. Um exemplo é a produção oleira em Iranduba e o incremento do turismo em Novo Airão e outros municípios da RMM. Pretende-se duplicar a estrada Iranduba-Manacapuru (AM-070), permitindo aos produtores rurais que se liguem via malha viária à capital sem a necessidade de "atravessadores" comerciais.


Ao lado do Teatro Amazonas, a ponte vem sendo considerada um dos maiores e mais importantes monumentos da arquitetura da Amazônia, o que representa um marco na integração da Região Metropolitana de Manaus (RMM), fundada em 2007, com oito municípios e cerca de 2,1 milhões de habitantes.






Fonte Texto: Wikipédia

Fonte Imagens: Chico Batata